RS em Foco NotíciasRS em Foco Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Canoas
  • Política
  • Rio Grande do Sul
  • Noticias
  • Sobre Nós
Leitura: Casa inteligente ou casa analógica? O equilíbrio em 2026
Compartilhe
Font ResizerAa
RS em Foco NotíciasRS em Foco Notícias
Search
  • Home
  • Canoas
  • Política
  • Rio Grande do Sul
  • Noticias
  • Sobre Nós
siga
RS em Foco Notícias > Blog > Noticias > Casa inteligente ou casa analógica? O equilíbrio em 2026
Noticias

Casa inteligente ou casa analógica? O equilíbrio em 2026

Boris Miroven
Boris Miroven 27 de agosto de 2026
Compartilhe
Daugliesi Giacomasi Souza
Daugliesi Giacomasi Souza
Compartilhe

Daugliesi Giacomasi Souza, fundadora da DGdecor, acompanha uma mudança que começa a ganhar espaço no design de interiores: a busca por casas em que a tecnologia esteja presente sem dominar a experiência dos moradores. Nos últimos anos, recursos inteligentes passaram a controlar iluminação, temperatura, segurança e entretenimento, mas parte dos consumidores agora procura ambientes nos quais esses dispositivos sejam menos perceptíveis.

Contents
Por que o excesso de tecnologia começou a incomodar?O que uma casa analógica realmente propõe?Onde a tecnologia ainda faz diferença?

Continue a leitura!

Por que o excesso de tecnologia começou a incomodar?

Uma casa conectada pode reunir iluminação automatizada, persianas, fechaduras, eletrodomésticos e sistemas de segurança controlados por aplicativos ou comandos de voz. O problema aparece quando atividades simples passam a depender de interfaces, atualizações, conexões ou diferentes sistemas para funcionar. Nesses casos, aquilo que deveria facilitar a rotina pode acrescentar etapas desnecessárias a tarefas básicas, como acender uma luz ou ajustar a temperatura de um ambiente. 

Essa percepção ajuda a explicar o interesse recente por ambientes mais analógicos. Em 2026, publicações especializadas em design vêm identificando uma procura por quartos e espaços com menos estímulos digitais, valorizando leitura, música, iluminação confortável e objetos físicos. A proposta também recupera formas de interação mais diretas, como interruptores, controles manuais e elementos decorativos que não dependem de telas. Segundo Daugliesi Giacomasi Souza, o objetivo é criar ambientes nos quais o descanso e a convivência não estejam constantemente associados à presença de dispositivos.

O movimento, portanto, não é necessariamente contra a tecnologia. Ele questiona a presença excessiva dela. Essa diferença é importante porque abre espaço para pensar em uma casa na qual recursos digitais permaneçam disponíveis, mas não dominem a experiência cotidiana. A automação pode continuar presente onde realmente oferece benefícios, enquanto outras áreas preservam soluções simples e intuitivas. O resultado é um projeto que não precisa escolher entre tecnologia e conforto, mas procura definir o papel de cada recurso dentro da rotina.

O que uma casa analógica realmente propõe?

O conceito de casa analógica não significa voltar a viver sem nenhum recurso tecnológico. Na prática, trata-se de reduzir a dependência de telas e aplicativos em atividades nas quais controles físicos podem ser mais intuitivos. A proposta está em encontrar uma medida adequada para cada ambiente, considerando os hábitos dos moradores e a função que determinado recurso precisa cumprir. Assim, a tecnologia continua disponível, mas deixa de ocupar o centro da experiência dentro de casa.

Daugliesi Giacomasi Souza
Daugliesi Giacomasi Souza

Interruptores, botões, dimmers e controles manuais voltaram a aparecer em projetos justamente por oferecerem uma interação direta. Uma tendência observada por profissionais em 2026 é esconder sistemas inteligentes atrás de interfaces mais simples, permitindo que a infraestrutura permaneça sofisticada sem tornar sua utilização complicada. Dessa forma, como destaca Daugliesi Giacomasi Souza, o morador não precisa necessariamente escolher entre automação e praticidade, já que os dois recursos podem coexistir no mesmo projeto.

Onde a tecnologia ainda faz diferença?

A discussão fica mais interessante quando se abandona a ideia de que é preciso escolher entre uma casa totalmente inteligente ou completamente analógica. Sistemas automatizados podem ser especialmente úteis em segurança, climatização, iluminação e controle de determinados equipamentos. Nessas situações, a tecnologia pode assumir tarefas que aumentam o conforto ou facilitam a rotina sem exigir interação constante. 

O próprio avanço dos sistemas residenciais mostra essa contradição. Soluções inteligentes conseguem reunir sensores e diferentes equipamentos, enquanto o morador pode experimentar tudo de maneira muito mais simples. A tecnologia continua presente, mas deixa de ser necessariamente o elemento visual ou operacional dominante. Esse modelo permite que equipamentos e comandos sejam incorporados de forma discreta ao ambiente, preservando a circulação e a linguagem visual escolhida para o projeto. 

Essa integração também permite pensar no projeto desde o início. Para Daugliesi Giacomasi Souza, o ponto relevante está justamente na relação entre recursos técnicos e escolhas de interiores. O sistema pode estar embutido na arquitetura e nos móveis, enquanto o ambiente preserva uma aparência acolhedora e uma utilização intuitiva. Quando essa definição acontece ainda na etapa de planejamento, fica mais fácil organizar pontos de iluminação, tomadas, equipamentos e comandos sem comprometer a composição do espaço. 

Para acompanhar outras ideias sobre interiores, construção e as transformações do morar, é possível conhecer o trabalho da DGdecor pelo Instagram @dgdecor.construir.

 

Tag:Daugliesi GiacomasiDaugliesi Giacomasi SouzaDaugliesi Giacomasi Souza DGdecorDaugliesi SouzaDGdecoFundadora da DGdecorFundadora Daugliesi Giacomasi SouzaO que aconteceu com Daugliesi Giacomasi SouzaQuem é Daugliesi Giacomasi SouzaTudo sobre Daugliesi Giacomasi Souza
Compartilhe esse Artigo
Facebook Twitter Email Copie o link Print

Trending

Paulo de Matos Junior
Investir com segurança: o apelo do mercado regulamentado para os jovens investidores
Noticias
Parajara Moraes Alves Junior
Descubra como ter uma gestão rural mais profissional com dados e tecnologia
Noticias
Ian Cunha
Financiamento do sistema público de saúde: Como garantir sustentabilidade e acesso, por Ian Cunha
Noticias
Luciano Colicchio Fernandes
Esportes e saúde mental: Qual é a relação? Entenda neste artigo
Noticias
Márcio Alaor de Araújo
Márcio Alaor de Araújo mostra como comunicar riscos complexos
Noticias
Elias Assum Sabbag Junior
Responsabilidade socioambiental na indústria de embalagens: o que mudou em 2026 e o que sua empresa precisa saber
16 de junho de 2026
Programa RS Atento: monitoramento e segurança nas escolas do Rio Grande do Sul marcam nova fase da gestão educacional
Programa RS Atento: monitoramento e segurança nas escolas do Rio Grande do Sul marcam nova fase da gestão educacional
22 de abril de 2026
RS em Foco Notícias

Seu radar ligado para o futuro. Quer saber o que está por vir? No rsemfoco, você encontra as tendências que vão transformar o mundo. Desde as inovações tecnológicas que prometem revolucionar o nosso dia a dia até as mudanças geopolíticas que moldarão o futuro da humanidade.

Valderci Malagosini Machado
Como nasce um empreendimento residencial e por que planejamento define o sucesso do projeto?
19 de maio de 2026
Mario Augusto de Castro
O Flamengo nunca foi rebaixado para a Série B, aponta Mário Augusto de Castro
29 de julho de 2026
siga
RS em Foco - [email protected] - tel.(11)91754-6532
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?