RS em Foco NotíciasRS em Foco Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Canoas
  • Política
  • Rio Grande do Sul
  • Noticias
  • Sobre Nós
Leitura: Contraproposta para quem pediu demissão: o que considerar, na leitura de Haroldo Augusto Filho
Compartilhe
Font ResizerAa
RS em Foco NotíciasRS em Foco Notícias
Search
  • Home
  • Canoas
  • Política
  • Rio Grande do Sul
  • Noticias
  • Sobre Nós
siga
RS em Foco Notícias > Blog > Noticias > Contraproposta para quem pediu demissão: o que considerar, na leitura de Haroldo Augusto Filho
Noticias

Contraproposta para quem pediu demissão: o que considerar, na leitura de Haroldo Augusto Filho

Boris Miroven
Boris Miroven 9 de outubro de 2026
Compartilhe
Haroldo Augusto Filho
Haroldo Augusto Filho
Compartilhe

No entendimento de Haroldo Augusto Filho, com atuação em negociação empresarial e gestão de conflitos, a contraproposta feita a um profissional que pediu demissão é uma das negociações mais delicadas da gestão de pessoas. Ela envolve dinheiro, mas também confiança, orgulho e o recado que a empresa passa ao restante da equipe.

Contents
Por que o profissional decidiu sair?Cobrir a oferta concorrente resolve?Quando vale a pena fazer a contraproposta?Que efeito a contraproposta tem sobre a equipe?O que fazer para não chegar a esse ponto?

Quando alguém importante anuncia a saída, a reação imediata da liderança é cobrir a oferta concorrente. Às vezes funciona; muitas vezes só adia a saída e cria novos problemas. A decisão precisa ser tomada em poucos dias, sob pressão. Veja ao longo deste artigo as respostas para as dúvidas mais frequentes sobre essa negociação.

Por que o profissional decidiu sair?

Antes de qualquer proposta, a pergunta essencial é por que o profissional decidiu sair. Salário raramente é o único motivo. Falta de perspectiva de crescimento, conflito com a liderança direta, excesso de trabalho ou desalinhamento com os rumos da empresa aparecem com frequência por trás de uma oferta concorrente que só serviu de gatilho.

Essa conversa exige escuta genuína, e não argumentação. Quem pediu demissão tende a se defender se sentir que está sendo convencido. Perguntar o que mudou, desde quando e o que teria feito diferença revela mais do que qualquer oferta. Com base nisso, Haroldo Augusto Filho aponta o diagnóstico como a etapa que define se há negociação possível.

Cobrir a oferta concorrente resolve?

Quando o motivo é financeiro e a empresa pagava abaixo do mercado, cobrir a oferta pode corrigir uma distorção real. Quando o motivo é outro, o aumento resolve o sintoma por alguns meses. O profissional fica mais bem pago, mas continua sem perspectiva, em conflito com o gestor ou sobrecarregado, e volta a procurar o mercado.

Há ainda um efeito sobre a relação. O profissional sabe que a valorização só veio quando ameaçou sair, e a empresa sabe que ele estava disposto a partir. Ambos passam a se olhar com alguma desconfiança. Sem conversa franca sobre o que aconteceu, o acordo financeiro deixa intacto o desgaste que motivou o pedido.

Haroldo Augusto Filho
Haroldo Augusto Filho

Quando vale a pena fazer a contraproposta?

Haroldo Augusto Filho pondera que a contraproposta faz sentido quando o motivo da saída pode ser resolvido de verdade e quando a empresa está disposta a resolvê-lo. Se o problema é a falta de um plano de crescimento, a oferta precisa incluir um caminho concreto, com prazos e critérios, e não apenas promessas.

Há também casos em que deixar a pessoa ir é a melhor escolha para os dois lados. Quando a decisão foi amadurecida por meses, ou quando a nova oportunidade representa um passo que a empresa não tem como oferecer, insistir só prolonga a saída. Encerrar a relação com respeito preserva a possibilidade de um retorno no futuro.

Que efeito a contraproposta tem sobre a equipe?

Contrapropostas raramente ficam em segredo. Quando a equipe descobre que um colega recebeu aumento depois de ameaçar sair, a mensagem implícita é clara: na empresa, valorização se conquista com ofertas de concorrentes, e não com desempenho. Outros profissionais passam a buscar propostas externas como instrumento de negociação interna.

Esse efeito não significa que a empresa deva recusar toda contraproposta, mas que cada uma precisa ter justificativa defensável diante dos demais. Além disso, Haroldo Augusto Filho adverte que contrapropostas frequentes indicam um problema maior: uma política de remuneração e crescimento que só reage quando alguém ameaça partir.

O que fazer para não chegar a esse ponto?

A melhor contraproposta é a que nunca precisa ser feita. Conversas periódicas sobre carreira, revisões salariais baseadas em referências de mercado e espaço para que insatisfações sejam ditas antes de virarem decisão reduzem a chance de a empresa ser surpreendida por um pedido de demissão. Prevenir custa menos do que reter às pressas.

Tratar a retenção como negociação contínua, e não como reação de emergência, muda a relação entre empresa e profissionais. Quem sabe que pode falar sobre insatisfações sem ameaçar sair tem menos motivo para buscar propostas externas. E a empresa ganha o que nenhuma contraproposta compra: tempo para agir antes que a decisão esteja tomada.

 

Tag:Empresário Haroldo Augusto FilhoExecutivo Haroldo Augusto FilhoHaroldo Augusto FilhoO que aconteceu com Haroldo Augusto FilhoQuem é Haroldo Augusto FilhoTudo sobre Haroldo Augusto Filho
Compartilhe esse Artigo
Facebook Twitter Email Copie o link Print

Trending

Parajara Moraes Alves Junior
Descubra como ter uma gestão rural mais profissional com dados e tecnologia
Noticias
Renato de Castro Longo Furtado Vianna
Qualidade das decisões empresariais: como reduzir erros e fortalecer a estratégia dos negócios?
Noticias
Sindnapi - Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos
Por que o calendário de vacinas do idoso é um dos segredos mais subestimados da longevidade? Como o Sindnapi ajuda a colocá-lo em dia? Confira!
Noticias
Perda de qualidade da soja no Rio Grande do Sul acende alerta no agronegócio e pressiona produtividade
Perda de qualidade da soja no Rio Grande do Sul acende alerta no agronegócio e pressiona produtividade
Noticias
Yuri Silva Portela
Irmãos idosos morando juntos e os impactos dessa convivência sobre saúde e autonomia 
Noticias
Tiago Schietti
Branding no setor funerário: Saiba mais com Tiago Schietti
28 de abril de 2026
Valderci Malagosini Machado
Como nasce um empreendimento residencial e por que planejamento define o sucesso do projeto?
19 de maio de 2026
RS em Foco Notícias

Seu radar ligado para o futuro. Quer saber o que está por vir? No rsemfoco, você encontra as tendências que vão transformar o mundo. Desde as inovações tecnológicas que prometem revolucionar o nosso dia a dia até as mudanças geopolíticas que moldarão o futuro da humanidade.

Yuri Silva Portela
Irmãos idosos morando juntos e os impactos dessa convivência sobre saúde e autonomia 
6 de julho de 2026
Rodrigo Gonçalves Pimentel
Holding familiar: Confira com Rodrigo Gonçalves Pimentel, quais são os principais riscos ocultos
14 de abril de 2026
siga
RS em Foco - [email protected] - tel.(11)91754-6532
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?