O Rio Grande do Sul não tem, até esta segunda-feira (2), nenhuma morte por Covid-19 registrada no mês. É a primeira vez em que, por dois dias consecutivos, não há óbitos confirmados, exceto nos feriados de Natal e Ano Novo e no fim de semana de 15 e 16 de janeiro.

Assim, o estado permanece com 39.294 vítimas da doença em toda a pandemia.

Além disso, a média móvel de óbitos volta a cair depois de entrar em estabilidade no sábado. Foram seis mortes diárias, em média, esta semana, -17% do que há duas semanas.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) registrou mais 383 casos de Covid-19. O RS tem, com isso, 2.338.158 infecções conhecidas de coronavírus desde o começo da pandemia.

O número de pessoas com o vírus ativo no organismo e que estão em recuperação é de 10.869, ou seja, 0,5% do total de casos. Outras 2.287.869 pessoas são consideradas recuperadas (97,8%). Já a taxa de letalidade aparente, que é a proporção de mortes entre casos conhecidos, é de 1,7%.

Apesar disso, a média diária de casos segue em alta e é de 2.128 novas infecções conhecidas. A variação em relação a duas semanas atrás, quando estava em 1.791, deixa o indicador com 19% a mais.

Hospitalizações
A taxa de ocupação dos leitos de UTI no Rio Grande do Sul se manteve em 68%, com 1.741 pacientes em 2.563 vagas, 12 a mais do que no fim de semana. Com Covid, entretanto, são 79 com confirmação e 68 com suspeita.

A proporção de pessoas com resultado positivo ou suspeita de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) é de 9% do total de internados em terapia intensiva.

Já nos leitos clínicos, de acordo com a atualização mais recente, 236 pacientes têm confirmação e 123 estão com suspeita de Covid.

Os leitos particulares apresentam 79% de lotação, abaixo do nível considerado crítico. Cachoeira do Sul é a única região Covid a apresentar superlotação. Apesar de algumas operarem acima de 80%, não há pacientes em excesso.

Vacinação
A SES passou a considerar esquema vacinal completo as pessoas com a dose de reforço atualizada. Logo, o estado soma 4.737.659 pessoas, ou seja, 41,3% da população com o esquema com três doses ou duas, para quem recebeu a primeira da Janssen.

Além disso, outras 177,7 mil doses adicionais foram aplicadas em pessoas com baixa imunidade e outras 72 mil como doses de reforço ou quarta dose.

Apesar disso, 2,9 milhões de pessoas estão com o reforço em atraso, além de 747 mil que sequer completaram o esquema vacinal primário.

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Havia, ainda, 9.057.796 pessoas (78,9%) com as duas doses das vacinas CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca ou a dose única da Janssen. Também estão neste contingente 29,6% das crianças vacinadas que receberam duas doses.

A primeira dose das vacinas CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca foi aplicada em 9.652.122 pessoas (84,1%). Entre elas, 567 mil crianças entre cinco e 11 anos, que correspondem a 58,8% deste público.


O consórcio de veículos de imprensa utiliza dados atualizados do IBGE. Logo, os dados podem diferir levemente dos levantamentos oficiais das secretarias de Saúde.

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