Novo terminal será inaugurado no segundo semestre

O terminal processou mais de 1,1 mil tonelada em mercadorias, volume não alcançado desde novembro de 2019

Em março de 2021, o TECA Internacional (Terminal de Cargas) do Porto Alegre Airport, administrado pela Fraport Brasil – Porto Alegre desde janeiro de 2018, registrou expressivo aumento no volume de movimentação de cargas internacionais (importação e exportação). O terminal processou mais de 1,1 mil tonelada em mercadorias, transportadas nos modais aéreo e rodoviário, volume não alcançado desde novembro de 2019. No mesmo período, a importação conquistou seu segundo melhor resultado histórico, com 609 toneladas. Já as importações atingiram sua maior marca desde o início das operações da Fraport Brasil – Porto Alegre: 2.984 processos, um recorde para a empresa.

Dentre os segmentos que utilizam a estrutura do complexo, o automotivo, o de ferramentas e o médico hospitalar foram os que mais importaram produtos e insumos, enquanto as indústrias de couro e de máquinas e equipamentos foram líderes de exportação. O expressivo crescimento foi motivado por um conjunto de fatores: a agilidade no desembaraço das mercadorias – com 78% das cargas liberadas até o segundo período de armazenagem (até cinco dias úteis), a inexistência de registros de avarias nas operações de cargas, a frequência semanal de um cargueiro 767-300 oriundo da América do Norte, outras opções de voos e modais de transporte, e ações comerciais junto aos clientes.

O Chief Financial Officer (CFO) da Fraport, Jocel Gadens, informou que o novo terminal de cargas internacional do Aeroporto de Porto Alegre, substituindo o antigo, com cerca de 40 anos de utilização, será inaugurado no segundo semestre deste ano. Mesmo que o contrato de concessão do aeroporto ao grupo alemão não obrigue a execução dessa obra, ela já está 94% concluída, e seu custo total é de R$ 60 milhões. O novo espaço poderá receber até 40 caminhões no estacionamento para carga e descarga, bem como cargas refrigeradas de pequenos volumes. O complexo logístico terá capacidade de processamento quase três vezes maior que a atual, em uma área de 10.559 metros quadrados.