Demais 13 estão em bandeira laranja. Governador Eduardo Leite falou ao vivo nas redes sociais sobre o aumento dos casos no estado e pediu consciência à população para evitar aumento nos riscos. Mapa do distanciamento controlado da semana 29 tem oito regiões em bandeira vermelha no RS
Governo do RS/Divulgação
O Rio Grande do Sul terá oito regiões em bandeira vermelha a partir desta terça-feira (24) até a próxima segunda-feira (30): Uruguaiana, Palmeira das Missões, Erechim, Passo Fundo, Capão da Canoa, Novo Hamburgo, Canoas e Ijuí. As outras 13 ficam em bandeira laranja.
Isto porque o gabinete de crise aceitou os pedidos de reconsideração das regiões de Santa Maria, Guaíba, Caxias do Sul, Porto Alegre e Lajeado e, portanto, elas permanecem com classificação de risco médio. Já os recursos de Novo Hamburgo, Passo Fundo e Uruguaiana foram negados.
Ao mesmo tempo, durante o anúncio em vídeo nas redes sociais, na tarde desta segunda-feira (23), o governador Eduardo Leite citou um aumento contínuo nas internações e uma redução nos leitos livres nos hospitais gaúchos.
“O vírus circula entre nós, está em disseminação crescente, leitos estão sendo ocupados de maneira crescente e é muito importante que a população tenha consciência e ajude, evitando festas e eventos em que não haja cuidados devidos e que coloque a si e outros em risco”, disse Leite.
Já a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, reforçou que o estado não está com falta de testes, já que possui 70 mil ainda em estoque, e que a orientação a todos os hospitais é que não fechem nenhum leito antes de uma avaliação entre as instituições e o governo do RS.
“Precisamos ter a segurança de que nenhum paciente ficará desassistido. Tivemos em média 500 leitos vagos no auge da pandemia, e da mesma forma vamos avaliar também a retomada das cirurgias eletivas, mas acreditamos que a parceria dos hospitais vai continuar sendo ativa, colaborativa”, pontuou.
Conforme o governador, a tendência é manter os protocolos de segurança atuais e até criar novas medidas de controle da pandemia. Porém, evita falar em novos fechamentos que impactem no setor econômico neste fim de ano.
“Estamos pensando em fazer uma restrição proporcional. Não há para o momento nenhuma restrição adicional, mas recomendamos aos prefeitos que intensifiquem a adoção dos protocolos e mantenham o distanciamento. Estamos chegando no verão, naturalmente as pessoas querem mais confraternização, mas que entendam que não estamos em momento de normalidade”, conclui.
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