O STJ manteve nesta quarta-feira as prisões preventivas do Pastor Everaldo, Lucas Tristão, Mário Peixoto e outros alvos da operação Tris In Idem, que detalhou o suposto esquema de loteamento de contratos e cargos na gestão do governador afastado do Rio, Wilson Witzel (PSC).

Além do presidente nacional do PSC, que está detido desde o final de agosto em Bangu, do ex-braço-direito de Witzel e do empresário, continuarão presos Juan Neves, Gothardo Netto, José Carlos de Melo e Victor Hugo Amaral Barroso.

A maioria dos ministros seguiu o voto do relator, Benedito Gonçalves. Para ele, ainda há motivos para manter as prisões tendo em vista o “papel de destaque” dos personagens e a “imputação de fatos graves” feitas pelo Ministério Público Federal a eles.

 

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